A Natureza não pensa. Só existe. Seus animais irracionais tem somente um instinto sensível com breve percepção da realidade. Já nós, os humanos, ora, nós podemos pensar. Só deveríamos pensar melhor, e bastante. Na natureza!
Todos os seres vivos e todo céu, a terra e o mar – bem, eles dependem muito de nós. Não somos mais fortes e nem controlamos a natureza. Mas, a existência de tudo que vive e há nesse mundo precisam muito de nossas decisões, e atitudes. Mas, pouco planejamos e quase não decidimos (bem) a existência da natureza de todo mundo. O resultado são as (más) consequências sobre a vida humana terráquea desde sempre. E o planeta que aguente. Pois ainda que os toques científicos sobre a degradação do meio ambiente e do efeito estufa sejam exagerados – nosso mundo está mudando, sim, pra pior. Espíritos racionais como nós, vivendo num corpo físico que nos faz dependentes do mundo material, bem; deveriam assumir logo a responsabilidade sobre a natureza de que somos privilegiados habitantes.
Mas não é somente isso. Não se trata só de uma lei de semear pra colher. Pois a irresponsabilidade natural não apenas nos cobra um dever quid pro quo, mas também, revela nossa ignorância interior resignada. Ora, desprezar desse jeito a estrutura cósmica que nos faz existir fisicamente como pessoas humanas demonstra, claro, uma grave imaturidade espiritual da nossa personalidade. Será impossível amadurecer espiritualmente como as pessoas físicas que somos; deixando de assumir a responsabilidade gerencial da natureza em que existimos como parte. A parte racional, especialmente.
Eis o irracional esquecimento que só registra em constante certificado esta área sensível da nossa imaturidade espiritual. Não se vive bem assim. Pois jamais viveremos Espiritualmente bem com atitudes que desprezam a única Natureza onde somos chamados à gerência (espiritual) da existência.
Os Sacramentos do Batismo e Ceia do Senhor tem seu conteúdo bíblico desenvolvido nos Artigos 27 a 29 da Confissão de Fé de Westsminter, e no sentido de ter uma reflexão orientada destes textos, iremos utilizar no ITEM 1 da aula os apontamentos do Teólogo A.A. Hodge, conforme o título: CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. Comentada por A. A. Hodge. Editora Os Puritanos, 1 ed, 2007. CAPÍTULO XXVII. Dos Sacramentos. Seção I. Os Sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça, imediatamente instituídos por Deus para representar a Cristo e a seus benefícios, e para confirmar nosso interesse nele, bem como para fazer uma diferença visível entre os que pertentecem à Igreja e o restante do mundo, e solenemente comprometê-los no serviço de Deus em Cristo, de acordo com sua Palavra. Seção II. Há em cada sacramento uma relação espiritual, ou união sacramental, entre o sinal e a coisa significada; daí o fato de que os nomes e efeitos de um são atribuídos ao outro. Catecismo Maior, questão 163. ...
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