Pular para o conteúdo principal

Meditação Semanal. A Humanidade do CRISTO de Deus, o MESSIAS!

TEXTO Bíblico. "E a Palavra se fez carne e habitou entre nós, cheio da graça e da verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai." (Evangelho de João, cap. 1,14). MEDITAÇÃO. Semana passada meditamos um pouco sobre a natureza divina de Jesus de Nazaré. Nesta semana, vamos prosseguir e pensar sobre a humanidade de Jesus e sobre o significado dele ser o Messias e Cristo da Humanidade. Nesse sentido, quando Jesus é declarado como "Servo do Pai" (Isaías 42.1), e na descrição da sua infância enquanto crescia em estatura, graça e sabedoria. E quando Jesus diz que "não procura Sua própria glória, e que não sabe quando será o último dia (da história neste mundo), e que Ele não fala pela Sua própria autoridade nem pratica a sua própria vontade", então sabemos que Jesus se refere à sua humanidade, a partir de aspectos da sua natureza humana. Já o bom conhecimento da Pessoa do Messias ocorre nas passagens bíblicas que apresentam aspectos singulares e simultâneos das duas naturezas de Jesus conjuntamente, a divina e humana. Isto ocorre quando João descreve em seu Evangelho que Jesus recebeu autoridade do Pai para perdoar pecados, vivificar a vida humana e derramar "justiça, santidade e salvação sobre a humanidade; que Ele foi nomeado Juiz dos vivos e dos mortos, a fim de que seja honrado como o Pai é honrado. Que Ele é a Luz do mundo, o Bom Pastor, a única Porta, a Videira Verdadeira." São capacidades derramadas sobre o Filho do Homem assim que Ele se manifestou para existir carnalmente em nosso mundo, "pois embora as possuísse com o Pai antes da fundação do mundo, contudo não as possuía da mesma maneira até que fosse manifestado em carne; porém elas são de tal natureza que não poderiam ser dadas a um homem que nada mais fosse do que homem," e assim somente o Filho de Deus que se tornou homem tem tais atributos. Dentro desse contexto e revelação sobre as naturezas divina e humana de Jesus é que devemos entender a afirmação de Paulo de que o Cristo irá entregar o reino a Deus Pai (1 Coríntios 15.24). Observe que o reino de Jesus Cristo não teve começo e não terá fim, com Cristo reinando até se assentar no trono do julgamento, e também ali Ele irá reinar. "Quando, porém, formos glorificados e vermos Deus como Ele é, então Cristo, tendo cumprido o ofício de Mediador, cessará de ser o mensageiro do Pai e ficará satisfeito com a glória que tinha antes da fundação do mundo." Jesus Cristo não irá perder nada com isto, mas será visto de modo maior e mais profundo em sua Glória, pois será o momento em que sua majestade irá surgir de forma completa e integral diante dos homens; a Glória de Deus, o Filho! ORAÇÃO. Santo Deus e Pai Nosso que está nos céus. Santificado seja o Nome do Pai e do Filho, Deus de Deus e Senhor! Ilumina nossa mente e espírito neste Natal pra que saibamos quem é o Cristo de Deus, e para que crendo Nele possamos ter vida em seu nome. Amém! Referências. WILES, J P. Institutas da Religião Cristã, Resumo. Edit. PEC, SP, 1996. Autor. Ivan S Rúppell Jr é professor, advogado e ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

SÍMBOLOS DE FÉ DA IPB. Aula 2. Teologia e Contexto Histórico.

Esse texto tem objetivo didático na disciplina de Símbolos de Fé no Seminário Presbiteriano do Sul extensão Curitiba. Daí a utilização de resumos e citações mais longas no interesse de oferecer aos alunos o conteúdo apropriado para o entendimento necessário aos debates e explanações em aula. CONTEÚDO de Aula: CONTEXTO HISTÓRICO DA ORGANIZAÇÃO DOS SÍMBOLOS DE FÉ DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL. TEOLOGIA REFORMADA. "Trata-se da teologia oriunda da Reforma (calvinista) em distinção à luterana. O designativo "reformada" é preferível ao calvinista... considerando o fato de que a teologia reformada não provém estritamente de Calvino." (Maia, p. 11, 2007). OS CREDOS E A REFORMA. "Os credos da Reforma são as confissões de fé e os catecismos produzidos nesse período ou sob sua inspiração teológica. Os séculos 4 e 5 foram para a elaboração dos credos o que os séculos 16 e 17 foram para a feitura das confissões e dos catecismos. A razão parece evidente: na Reforma, as...

SÍMBOLOS DE FÉ. Aula 5. IPB.

Esse texto contém apenas citações de um livro dedicado ao conteúdo informativo sobre a história e temas teológicos da Igreja Presbiteriana do Brasil: NASCIMENTO, Adão Carlos, e MATOS, Alderi Souza de. O que todo presbiteriano inteligente deve saber. Santa Bárbara do Oeste, SP : SOCEP Editora, 2007. Este resumo de citações é de uso exclusivo para utilização em aulas do SPS, no objetivo de definir contextos e entendimentos importantes acerca da Disciplina Símbolos de Fé de Westminster. "QUEM SOMOS. A Igreja Presbiteriana do Brasil - IPB - é uma federação de igrejas que tem em comum uma história, uma forma de governo, uma teologia, bem como um padrão de culto e de vida comunitária. Historicamente, a IPB pertence à família das igrejas reformadas ao redor do mundo, tendo surgido no Brasil em 1859, como fruto do trabalho missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos. Suas origens mais remotas encontram-se nas reformas protestantes suiça e escocesa, no século 16, lideradas por...

SÍMBOLOS DE FÉ DA IPB. SACRAMENTOS. Batismo e Ceia do Senhor, Confissão e Institutas. 2025.

Os Sacramentos do Batismo e Ceia do Senhor tem seu conteúdo bíblico desenvolvido nos Artigos 27 a 29 da Confissão de Fé de Westsminter, e no sentido de ter uma reflexão orientada destes textos, iremos utilizar no ITEM 1 da aula os apontamentos do Teólogo A.A. Hodge, conforme o título: CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. Comentada por A. A. Hodge. Editora Os Puritanos, 1 ed, 2007. CAPÍTULO XXVII. Dos Sacramentos. Seção I. Os Sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça, imediatamente instituídos por Deus para representar a Cristo e a seus benefícios, e para confirmar nosso interesse nele, bem como para fazer uma diferença visível entre os que pertentecem à Igreja e o restante do mundo, e solenemente comprometê-los no serviço de Deus em Cristo, de acordo com sua Palavra. Seção II. Há em cada sacramento uma relação espiritual, ou união sacramental, entre o sinal e a coisa significada; daí o fato de que os nomes e efeitos de um são atribuídos ao outro. Catecismo Maior, questão 163. ...