Uma das promessas de Deus Pai Todo Poderoso para a humanidade é de que o Messias seria um 'Rei como Davi', que governaria os povos com justiça e equidade. Porém, o Rei Davi se tornou conhecido por ser um grande líder da nação, mas também, por ter cometido adultério e assassinato (leia 2 Samuel 12.1-14), além de ter criado uma família disfuncional, sendo um péssimo pai.
Diante disso, ter o Rei Davi como uma espécie de padrão para o Messias requer ao menos, duas explicações: de um lado, sabemos que Jesus o Cristo é descendente da linhagem humana e real de Davi, e de outro, devemos ficar atentos para a grande virtude espiritual de Davi, conforme revelado pelo apóstolo Paulo em Antioquia, e anotado pelo evangelista Lucas: "Mas Deus removeu Saul e colocou em seu lugar Davi, a respeito de quem Deus disse: 'Davi, filho de Jessé, é um homem segundo o meu coração; fará tudo que for da minha vontade.' (Atos, cap. 13, 22). As atitudes de humildade e arrependimento de Davi diante de Deus Pai após os seus pecados, e as suas orações demonstrando temor e fé perante Deus revelam um 'homem de coração quebrantado' diante do Senhor. De forma mais objetiva, Davi aprendeu a viver em 'dependência' diante de Deus, pois buscava constantemente a presença de Deus para estar sempre desenvolvendo um relacionamento pessoal com Ele - em espírito e verdade. Se havia descontentamento ou tristeza, Davi reclamava direto com Deus. Se haviam erros e pecados, Davi não fugia, mas logo buscava a face de Deus para confessar as suas faltas. Se haviam decisões e atitudes, Davi as submetia a Deus, e se haviam alegrias e vitórias, o Rei Davi compunha salmos e canções para dar glória a Deus. Sim, buscar um encontro verdadeiro e pessoal com Deus é o caminho da redenção de qualquer tipo de pessoa!
autor. Ivan S Rüppell Jr é professor e gestor de parcerias de ações sociais cristãs, Igreja Presbiteriana do Brasil.
Os Sacramentos do Batismo e Ceia do Senhor tem seu conteúdo bíblico desenvolvido nos Artigos 27 a 29 da Confissão de Fé de Westsminter, e no sentido de ter uma reflexão orientada destes textos, iremos utilizar no ITEM 1 da aula os apontamentos do Teólogo A.A. Hodge, conforme o título: CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. Comentada por A. A. Hodge. Editora Os Puritanos, 1 ed, 2007. CAPÍTULO XXVII. Dos Sacramentos. Seção I. Os Sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça, imediatamente instituídos por Deus para representar a Cristo e a seus benefícios, e para confirmar nosso interesse nele, bem como para fazer uma diferença visível entre os que pertentecem à Igreja e o restante do mundo, e solenemente comprometê-los no serviço de Deus em Cristo, de acordo com sua Palavra. Seção II. Há em cada sacramento uma relação espiritual, ou união sacramental, entre o sinal e a coisa significada; daí o fato de que os nomes e efeitos de um são atribuídos ao outro. Catecismo Maior, questão 163. ...
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