O grande mistério da oração do 'Pai Nosso' é ser uma conversa direta, que Jesus de Nazaré oferece para a Humanidade ter um relacionamento real e verdadeiro com o Deus Todo Poderoso.
"Então Jesus disse: - Quando vocês orarem, digam: "Pai, santificado seja o teu nome...". (Lucas 11.2).
Jesus o Cristo prometeu pra Humanidade que as mulheres e homens que acreditassem nele como o Messias iriam se relacionar com Deus Todo Poderoso como seu Pai celestial.
Esse relacionamento não seria apenas algo com um nome diferente ou simbólico de um encontro especial, mas seria uma 'nova' relação baseada numa nova 'identidade' - que os seres humanos cristãos iriam receber ao crer no Messias de Nazaré.
Assim, ao crer em Jesus Cristo como o Filho de Deus as pessoas seriam batizadas - consagradas existencialmente para Deus, e iriam 'nascer' de novo - com a presença do Deus Espírito Santo nelas gerando uma nova personalidade. Sendo essa uma experiência de um novo 'nascimento' numa pessoa já viva - que muda a sua natureza de ser humano para filho de Deus!
Ao começar a viver como Filhos de Deus hoje, os cristãos ainda irão experimentar uma existência limitada como seres humanos, e conhecer uma existência iluminada e eterna como filhos de Deus.
Essa nova experiência de vida junto da Pessoa do Deus do Universo é iniciada e desenvolvida através dos pedidos e orientações dados no 'Pai Nosso'; sendo um relacionamento que se move através da quantidade e sinceridade com que fazemos essa Oração, dia a dia. Outro mistério essencial é que essa oração produz um relacionamento com Deus pela fé, e não pelo que se vê ou algo que já temos nas mãos; mas sim, através da conversa que vamos dialogar com Deus e pelo que Ele vai fazer com nossos pedidos.
"Se permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem e lhes será feito." (João 15.7). Leitura recomendada: Lucas 11. 1-13.
autor. Ivan S Rüppell Jr é professor de teologia e ciências da religião, Igreja Presbiteriana do Brasil.
Os Sacramentos do Batismo e Ceia do Senhor tem seu conteúdo bíblico desenvolvido nos Artigos 27 a 29 da Confissão de Fé de Westsminter, e no sentido de ter uma reflexão orientada destes textos, iremos utilizar no ITEM 1 da aula os apontamentos do Teólogo A.A. Hodge, conforme o título: CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. Comentada por A. A. Hodge. Editora Os Puritanos, 1 ed, 2007. CAPÍTULO XXVII. Dos Sacramentos. Seção I. Os Sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça, imediatamente instituídos por Deus para representar a Cristo e a seus benefícios, e para confirmar nosso interesse nele, bem como para fazer uma diferença visível entre os que pertentecem à Igreja e o restante do mundo, e solenemente comprometê-los no serviço de Deus em Cristo, de acordo com sua Palavra. Seção II. Há em cada sacramento uma relação espiritual, ou união sacramental, entre o sinal e a coisa significada; daí o fato de que os nomes e efeitos de um são atribuídos ao outro. Catecismo Maior, questão 163. ...
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