O promissor filme "O Doador de Memórias", primeiro livro-filme da jovem série que trouxe Jogos Vorazes e Divergente, é uma das boas parábolas acerca do conflito religiosidade e espiritualidade que assisti recentemente. A incapacidade do homem em controlar a si mesmo, e sua grande capacidade de destruir muito do que toca, dão apoio ao nascimento de uma sociedade eficaz no controle das... paixões humanas. Alias, muito bacana, a tal sociedade. Alguns de nossos 10 mandamentos, aqueles que dizem "não!"; tornam-se uns 50 por lá. É assim que uma nova e perfeita comunidade começa de novo entre os humanoides. E aqueles que não se adequam, ou adequados não são, enviados para Alhures vão... Eis o momento de enxergar que o tema do filme desenvolve mais um de nossos totalitarismos de sempre, sejam os políticos, sociais, econômicos, familiares e, os religiosos também. A espiritualidade porém, busca ser diferente, pois tenta reconhecer o interior esperançoso e original de cada um de nós. Aquele pedaço da gente que pensa... pra frente! Que deseja escapar da escravidão dos totalitários "nãos", e também superar as interessantes benesses dos "nãos" necessários. A questão por lá - no filme, é que os Anciãos que controlam a história preferem fazê-lo, sempre, suprimindo a vida. Precisamos, então, de "novos" pais espirituais. Por lá, e por aqui. Bom filme!
*** Já o filme "a Bruxa", de Robert Eggers, apresenta a complexidade da personalidade humana psicológica e emocional na diversidade cultural mística e religiosa de todos nós, de modo coerente e integrado como poucas vezes se viu. A influência de valores culturais diversos e de algumas ações espirituais surge natural sobrenaturalmente na vida de uma família que, mais do que o retrato de uma época passada, revela assombrosamente a realidade múltipla dimensional da experiência humana de viver neste nosso físico mundo espiritual. Logo, logo irei escrever mais sobre esse magnífico filme. Por enquanto, indico a crítica do blog "adorocinema". Abs...
Os Sacramentos do Batismo e Ceia do Senhor tem seu conteúdo bíblico desenvolvido nos Artigos 27 a 29 da Confissão de Fé de Westsminter, e no sentido de ter uma reflexão orientada destes textos, iremos utilizar no ITEM 1 da aula os apontamentos do Teólogo A.A. Hodge, conforme o título: CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. Comentada por A. A. Hodge. Editora Os Puritanos, 1 ed, 2007. CAPÍTULO XXVII. Dos Sacramentos. Seção I. Os Sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça, imediatamente instituídos por Deus para representar a Cristo e a seus benefícios, e para confirmar nosso interesse nele, bem como para fazer uma diferença visível entre os que pertentecem à Igreja e o restante do mundo, e solenemente comprometê-los no serviço de Deus em Cristo, de acordo com sua Palavra. Seção II. Há em cada sacramento uma relação espiritual, ou união sacramental, entre o sinal e a coisa significada; daí o fato de que os nomes e efeitos de um são atribuídos ao outro. Catecismo Maior, questão 163. ...
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