TEXTO Bíblico. 1 Carta de João, capítulo 3. "Todo aquele que permanece nele, não vive pecando; todo aquele que vive pecando, não o viu nem o conheceu". (1 João 3.6).
MEDITAÇÃO. A diferença entre um cristão e um não cristão é o hábito do pecado, e não o fato de não pecar. Pois todo ser humano é pecador e por isso todos praticamos pecados. No entanto, Jesus Cristo está fazendo as pessoas nascerem de novo direto lá dos céus, e por isso os cristãos estão aprendendo a deixar de cometer o pecado como um hábito constante e incurável. E já são capazes de transformar atitudes malditas em benditas.
Dessa forma, uma marca dos cristãos é aprender a pecar cada vez menos, sendo que alguns pecados mais graves também serão praticados de modo mais leve, pra não causar danos pra si mesmo e problemas ao próximo. Embora qualquer pecado sempre provoque o afastamento de Deus. Daí a palavra de João para que os cristãos procurem não pecar, mas se pecarem, devem saber que pela confissão de pecados, Jesus se faz nosso Advogado Salvador diante da Justiça de Deus.
Por isso mesmo, a confissão dos pecados na oração do Pai Nosso é a conversa mais virtuosa e graciosa do nosso relacionamento com Deus a cada dia, sendo uma experiência essencial pra nos libertar do hábito do pecado.
ORAÇÃO. Santo Deus e Pai Nosso que está nos céus, perdoa os nossos pecados e seja misericordioso com a nossa rebeldia. Quebranta nossa natureza humana orgulhosa e livra-nos do mal. Senhor Deus, não nos deixa cair de novo hoje na tentação de ontem. Perdoa os nossos pecados e dá-nos a tua paz. Amém!
Autor. Ivan Santos Rüppell Júnior é ministro licenciado da Igreja Presbiteriana do Brasil, professor e advogado, atuando na gestão de parcerias de ações sociais evangélicas.
Os Sacramentos do Batismo e Ceia do Senhor tem seu conteúdo bíblico desenvolvido nos Artigos 27 a 29 da Confissão de Fé de Westsminter, e no sentido de ter uma reflexão orientada destes textos, iremos utilizar no ITEM 1 da aula os apontamentos do Teólogo A.A. Hodge, conforme o título: CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. Comentada por A. A. Hodge. Editora Os Puritanos, 1 ed, 2007. CAPÍTULO XXVII. Dos Sacramentos. Seção I. Os Sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça, imediatamente instituídos por Deus para representar a Cristo e a seus benefícios, e para confirmar nosso interesse nele, bem como para fazer uma diferença visível entre os que pertentecem à Igreja e o restante do mundo, e solenemente comprometê-los no serviço de Deus em Cristo, de acordo com sua Palavra. Seção II. Há em cada sacramento uma relação espiritual, ou união sacramental, entre o sinal e a coisa significada; daí o fato de que os nomes e efeitos de um são atribuídos ao outro. Catecismo Maior, questão 163. ...
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