Natureza. Sua maravilha inicia na simples visão do céu azul e dos mares verdes, ou cinzas. E no sentir o frescor das montanhas e o sol em calor sobre nós. Não há como negar o sopro de vida que recebemos quando vivemos perto ou, só notamos a natureza ao redor. Sentimo-nos em harmonia, equilibrados e renovados, interessados e animados. Pra viver. Este convívio e experiência desenvolve nossa espiritualidade, pois somos seres espirituais existindo fisicamente. Exatamente neste mundo e natureza. Todos os dias da vida.
Existir espiritualmente num corpo e mundo físicos nos coloca de braços dados com a natureza. Eis um convívio do qual nossa razão pode algo aprender, pois a natureza revela certa ordem e progresso. A criação oferece certas dádivas e possibilidades. Reconhecer este relacionamento projetado entre a humanidade e a criação é feliz decisão dos que desejam alcançar uma espiritualidade saudável no cotidiano existencial.
A primeira percepção é raciocinar que o descanso semanal dos humanos requer encontros com a criação e na natureza. E a estrutura e a ordem da criação revelam uma unidade de existência entre mares e terras, ventos e marés, tempestades e calor – e junto desta natureza diversa e una, se ajuntam ainda, os animais. Só faltamos eu e você, muitas vezes. Pois não somos superiores nem independentes do mundo natural. Somos apenas, pessoas. Seres espirituais que existem fisicamente ao redor e adentro da natureza – e isto, não se deve esquecer.
Se deixarmos de lado a busca de um convívio prazeroso e contemplativo, respeitoso e interessado pela Natureza deste mundo em que vivemos, e somos. Então, já vivemos mal, espiritualmente mal! Pois desprezamos nossa casa. O mundo.
Os Sacramentos do Batismo e Ceia do Senhor tem seu conteúdo bíblico desenvolvido nos Artigos 27 a 29 da Confissão de Fé de Westsminter, e no sentido de ter uma reflexão orientada destes textos, iremos utilizar no ITEM 1 da aula os apontamentos do Teólogo A.A. Hodge, conforme o título: CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. Comentada por A. A. Hodge. Editora Os Puritanos, 1 ed, 2007. CAPÍTULO XXVII. Dos Sacramentos. Seção I. Os Sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça, imediatamente instituídos por Deus para representar a Cristo e a seus benefícios, e para confirmar nosso interesse nele, bem como para fazer uma diferença visível entre os que pertentecem à Igreja e o restante do mundo, e solenemente comprometê-los no serviço de Deus em Cristo, de acordo com sua Palavra. Seção II. Há em cada sacramento uma relação espiritual, ou união sacramental, entre o sinal e a coisa significada; daí o fato de que os nomes e efeitos de um são atribuídos ao outro. Catecismo Maior, questão 163. ...
Comentários
Postar um comentário