segunda-feira, 14 de novembro de 2016

SER ou não Ser ESPIRITUAL. Eis a QUESTÃO!

Não somos só espíritos. E nao somos somente corpos de carne e osso, seres físicos vagando pelo mundo. Somos mais. Somos seres humanos, pessoas bem diferentes de outros seres que existem por aí. Por isso é necessário enxergar logo quem realmente somos, pra de algum jeito aprender a viver intensamente a vida única de todos nós. Que é uma vida exemplar e distinta, pois é a vida de toda a humanidade. Ah, e também não somos deuses. Algumas limitações são importantes de ver na procura de Quem realmente somos ao viver. Tanto diante da natureza e também do desconhecido, o místico mundo espiritual. Isso sem esquecer os sonhos e enganos contínuos da mente, a partir dos mil desejos e interesses que brotam lá do nosso interior – do espírito. Bem, logo de início já deu pra ver que esse passeio simplório em busca do conhecimento de nós mesmos demonstra que não será fácil entender, e viver a vida que há em nós. De qualquer modo, vamos olhar pra tudo isso como seres espirituais que somos. Pois jamais iremos viver de verdade sem um olhar espiritual sobre nós mesmos, e jamais teremos uma Espiritualidade saudável se esquecermos das realidades básicas da nossa existência física. Todo ser humano logo percebe que nosso espírito vive num corpo físico que habita um mundo material – o cosmos. E as limitações de vida que esse frágil corpo humano forte revela pra nós, junto da pequenez grandiosa de nosso ser racional diante do esplendor da natureza que nos rodeia; bem, só anunciam e ensinam melhor a nossa humanidade. Conhecimentos essenciais para o florescer da vida que todos desejamos experimentar. Acredite! Daí que uma vida humana saudável precisa se equilibrar tanto num corpo físico bem cuidado, quanto junto de um mundo bem governado. Bem básico, né; só pra começar. E quanto ao mundo desconhecido? É, pensei nisso também. Se diante dos já conhecidos corpo e mundo físicos nossos, não nos é fácil administrar a vida; imagine então, entender o mundo e os seres invisíveis que nos rodeiam? Mas, viver é preciso. O que apenas se alcança quando se sabe a realidade espiritual da vida, também. Pois se os sentimentos mal explicados do coração e da alma, já causam confusão; imagine então, dos que vêm das sensações e visitas das outras dimensões? Talvez seja necessário gastar um pouco mais de tempo buscando algum tipo de “conhecimento” da vida espiritual de nós mesmos, e também da existência de outros seres e das dimensões que nos cercam, certo? Algo que pode ser feito mais ou menos com a mesma atitude que temos quando mudamos de residência ou emprego, de amigos ou até de namorado. Damos alguns passos pra cá e pra lá junto de poucas palavras até que saibamos um pouco mais quem somos por ali. Uma coisa eu lhe digo, os seres humanos aprendem tudo da mesma maneira: pensando e sentindo, ou seja, experimentando enquanto se raciocina e pensando enquanto se vive. Ou é assim, ou nada se aprende, só se deixa conduzir. Pois pra melhor aprender algo de novo acerca do que já existe sobre nós, é só começar, a si mesmo se notar. As sensações e reações, como vêm e o quanto ficam, e o que nos dão e quanto nos levam. Quase tão fácil quanto se coçar. E pra isso fazer em nossa vida espiritual basta que a observação se mantenha um pouco no coração, que é uma mistura do que se deseja e do que sentimos, do que se imagina entender e do que já se sabe. Um pouco do nosso interior, enfim. Mas do que vêm do exterior, também, pois esse trata das palavras espirituais que nos são ditas, tanto pra nos provar quanto para nossa tentação, que podem trazer tanto a ruína como bênçãos. É esse, então, o velho novo conhecimento que todos os humanos deveriam logo adquirir, e bem rápido. Um aprendizado das nossas realidades humanas bem essenciais, pois bastante existenciais. Quê são todas aquelas que falam do espírito pessoal nosso de cada dia, enquanto se vive num corpo e mundo bem físicos, rodeado de outras dimensões e seres espirituais diversos, por aí. E para isso servem, sim, os Profetas. De verdade!

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