sexta-feira, 30 de setembro de 2016

a Espiritualidade MÍSTICA das ORAÇÕES e Preces

Quando você for orar ou fazer uma prece, cuidado pra não repetir palavras que nada tem a ver com o que você está vivendo. Outro engano é fazer orações e rezas públicas mais preocupado com os outros do que com Deus. Pois desse jeito você não vai receber nada, acredite. Enfim, não são poucos os erros e falhas que cometemos ao orar e fazer nossas preces. Assim ensina Jesus, o maior Profeta do primeiro século. Mas, também podemos acertar. E acertar na Oração para os Espirituais é cuidar para que ela aconteça na forma mais mística possível. Pois toda experiência mística é um relacionamento entre dois espíritos - o seu, e o Espírito daquele com quem você deseja falar em oração, rezando. Então, quanto mais mística for sua oração, mais eficaz ela será no objetivo de tornar suas petições bem ouvidas por um outro Ser, um espírito. Daí que... Bem, já sabemos que a repetição vazia de palavras vai nos distanciar do Espírito que ouve as orações, e assim, nada iremos receber. Mas, isso não quer dizer que não podemos repetir algumas palavras, inclusive, palavras bem genéricas, daquelas que parecem dizer quase tudo sobre o assunto. Afinal, às vezes não sabemos rezar o que precisamos, então, só nos resta Pedir e Orar algumas palavras gerais pra receber uma visitação na situação, certo? Paulo de Tarso foi um dos maiores místicos do século primeiro e afirmou que quando não sabemos como orar, o próprio Espírito de Deus interfere nas orações conforme as nossas necessidades - uma ajuda disponível quando oramos a oração do Pai Nosso. Outro aspecto importante das boas orações místicas é que elas devem ser sentidas, e não apenas ditas. Não estou falando de emoção, aqui, embora todo mundo que esteja vivo se emocione, sempre. Na verdade, falo só de "sensibilidade", que tem mais a ver com saber do que se trata do que se emocionar com algo. Portanto, cuide para saber já sentindo o que está orando, a fim de participar com boa ética da sua própria prece, pois rezas somente mentais estão em baixa no mundo espiritual. Inclusive, se você pegar uma petição bem genérica do "Pai Nosso", por exemplo: "Venha o seu Reino!"; pra utiliza-la como frase básica da sua prece no desejo sincero de que Deus apareça na sua vida... Pois bem, algo vai acontecer, de verdade. E certas mudanças podem começar logo, ainda quando você estiver orando. Pois quem faz orações em atitude real de devoção já pode receber - e sentir, algo do que pede durante a própria petição. São situações em que você irá Pedir e já prontamente receber - Deus vai começar a mudar você ali mesmo! Isso ocorre quando pedimos paz pra alguma situação ou purificação de algum sentimento. Uma oração real e sincera movimenta uma relação mística de tal força que a resposta é imediata - e bem sensível. Sua oração vai colocar você em um encontro místico objetivo e eficaz, sincero e abençoador. Vá por mim, e viaje na espiritualidade.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

ESPIRITUALIDADE pra que, AFINAL?

Uma das imagens que muito chamou minha atenção outro dia foi uma espécie de "parábola dos dois vovôs", em que um deles apenas observa os netos brincando ao redor, pois está frágil e quase incapaz de se mover; enquanto o outro corre devagar junto das crianças pela praia e sorri a juventude renovada dentro de si. E tudo depende de uma só decisão: cuidar, ou não, da saúde física! Oportunidade de escolha que quase todos temos, e teremos ainda por algum tempo. Ora, assim ocorre também com a Espiritualidade humana. Pois todos podemos cuidar da alma a fim de viver novidades existenciais quando nosso corpo e mente, coração e ideias já nada oferecem de novo ao horizonte da nossa história. A Espiritualidade da humanidade é sempre uma proposta de renovação da vida a partir de atitudes tomadas em nosso interior: alma e espírito. Trata-se de uma reforma das instituições que inicia por dentro, e principalmente, a partir de nós mesmos. Enfim, uma oportunidade única de transformar em vida o que já nos parece determinado e irremediável. Eis uma das razões principais dos que decidem ser na vida, pessoas espirituais. E como vale a pena! Pois o valor essencial da Espiritualidade é desenvolver em nossa personalidade atividades que movam nosso ser interior a fim de que consigamos bem transformar nossa vida exterior. Por isso estamos aqui, também, neste blog. Um marido pode decidir amar a esposa, e menos dela se aproveitar, esperando da experiência de só amar extrair satisfação. Uma esposa pode decidir respeitar e compreender o marido, em vez de com ele competir, e só conflitar. Os filhos podem obedecer melhor pra incluir no lar mais compreensão, e menos irritação - pra todo mundo. Os funcionários podem trabalhar melhor, mesmo que seus chefes sejam o pior. E os empreendedores podem bem considerar seus empregados como gente, já que todo mundo tem algum superior sobre si no Universo, e não custa dar o exemplo hoje pra receber os dividendos amanhã. Enfim, eis aqui algumas reais propostas pra mudar seu ambiente familiar e comercial, social e parental - sempre, claro, a começar em nós. Que tal, então, mudar de dentro pra fora toda instituição? Cuide mais do seu espírito e, vá por mim, viaje (bem) na Espiritualidade.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

a ESPIRITUALIDADE dos ANJOS e dos homens

Os Anjos são seres pessoais espirituais, assim como nós. Pois ambos temos personalidade, com pensamentos e sentimentos pra bem viver a vida. Mas temos lá nossas diferenças. Os seres humanos são pessoas que vivem com corpo, alma e espírito. Os anjos vivem apenas em espírito. Em meio a tudo isso, já se sabe que os anjos visitam os homens vez ou outra, para bem cumprir o desígnio de seus nomes. Pois a palavra anjo no hebraico e grego significa "mensageiro", quê é o que os anjos fazem quase sempre por aqui, no planeta Terra. Foi um anjo, por exemplo, quem avisou o pai do maior profeta do primeiro século na Palestina que o menino iria nascer. O sacerdote Zacarias foi ao templo para manter aceso o incenso pra Deus e lá foi visitado pelo Anjo Gabriel, que informou acerca do nascimento de João Batista. Como Zacarias era idoso e sua esposa também, ele não acreditou. Ficou sem falar até o nascimento do rapaz. Pois o Anjo Gabriel informou Zacarias que ele vivia ao redor de Deus e portanto sua mensagem era fiel. Este contato imediato de terceiro grau entre um Anjo e um Homem revela outra característica destes encontros espirituais: a mensagem do mensageiro angelical é quase sempre uma informação excepcional. Pois assim foi com João Batista, já que o profeta tornou-se na Palestina também ele um mensageiro de profecias e anúncios que transformaram o destino dos homens na região. O Anjo Gabriel avisou que João Batista iria aproximar o coração dos pais aos filhos, e também iria preparar o coração dos homens para ouvirem Jesus, o Filho do Homem, de Nazaré. Ou seja, um anjo não aparece e fala com os homens por qualquer razão, e nem por algo só comum. Um aspecto surpreendente acerca dos anjos é que quase 70 por cento deles moram no Terceiro Céu, e que pouco mais de 30 por cento residem no Segundo Céu, embora todos visitem o planeta Terra. Informação interessante é que os Anjos Gabriel e Miguel visitaram os homens como anjos mesmo, seres espirituais luminosos e que se apresentaram como tais. Já um terceiro anjo que visitou os homens no planeta Terra - o maligno anjo Satanás, resolveu aparecer como uma serpente nas primeiras vezes que por aqui esteve. O que nos deixa diante de outro princípio espiritual: anjos bons e oriundos do Terceiro Céu trazem mensagens abençoadas pra vida da humanidade, já os anjos malignos caídos do Segundo céu aparecem na Terra pra confundir e enganar, entre outras maldades. Existem outras facetas pra descobrir acerca do relacionamento espiritual que acontece entre nós, humanos, e os anjos. Por ora, fica este simplório aprendizado sobre suas boas e más mensagens, e, principalmente, a breve recordação de que não estamos sós no Universo. Fique atento! E viaje na espiritualidade.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

a ESPIRITUALIDADE e o TRABALHO

Uma oportunidade de vida ao invés do início da nossa canseira semanal. Sim, é o que pode se tornar a segunda-feira se a olharmos a partir da Espiritualidade. Pois se o descanso do fim de semana ajuda bastante, saber que trabalho é cultura ajuda muito mais. Recebemos a natureza crua e a tornamos cultura, sempre planejando a fim de extrair mais vida do mundo material que nos cerca. E o fato de ser cultura torna o trabalho um momento de vida e satisfação, não mais um tempo de necessidade em condenação. Há o trabalho agrícola e o científico, o operoso e o mais mental. De todos os tipos e pra todos os gostos, pois o que importa é que todo trabalho é trabalho! Mas, jamais somente isso. Pois trabalho também é cultura, assim como tudo que criamos a partir da natureza pra fazer a sociedade. O que importa por aqui é descobrir que nós criamos a cultura – e seu cultural trabalho. Ao trabalhar vivenciamos uma experiência existencial profundamente humana, já que nosso espírito dialoga com o mundo permitindo que nos tornemos um algo a mais do muito que podemos ser. Pois a cultura é um momento vivencial diferenciado, já que nosso ser físico-espiritual cria vida social a partir do mundo e cosmos em que vivemos. E o resultado pode ser uma vida melhor e mais rica, colorida e sonora, visível e necessária, inteligente e surpreendente. Somente como a cultura pode ser. Vide Heitor Villa Lobos ou a tecnologia agrícola, que são os sons das artes e o movimento da alimentação de milhares, e de milhões, a caminho... Portanto, sabedoria espiritual aqui é perceber que a oportunidade de fazer cultura de segunda à domingo – em meio a toda essa atividade econômico-social que nos rodeia, revela um bom pedaço da pessoa interior que somos. Ao estimular o potencial que temos de inventar e desenvolver, criar e gerenciar a vida cultural de todos nós – inclusive quando isso chamamos trabalho; também existimos mais plenamente como os seres espirituais humanos que somos. E a plenitude pessoal caminha junto com a completude da personalidade. Pois viver um pouco mais do todo que realmente somos é sempre viver melhor quem verdadeiramente somos. Seres físico espirituais, sempre criativos. Bom trabalho!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

a ESPIRITUALIDADE dos OLHOS da Alma

Os olhos alimentam o coração! Por isso, cuide bem da sua alimentação. Senão... Esse princípio espiritual é tão poderoso que a experiência da alimentação pelos olhos desenvolve nossa espiritualidade tanto pelo corpo e alma, como pelo espírito também. Pois algumas vezes até dá pra perceber quando movemos a espiritualidade mais a partir do corpo - os instintos e tudo que nos ocorre mais fisicamente. Outras vezes entendemos que é a partir da alma que as coisas acontecem conosco. E temos ainda os encontros profundamente místicos - relacionamentos com outros espíritos, que agem direto em nosso espírito. Já com os olhos, bem, a alma sai na frente, mas, é tudo ao mesmo tempo e agora. Pois, corpo, alma e espírito são "tocados" em conjunto pela alimentação de vida que nos oferecem os olhares. O negócio é sério, amigos. Por isso que os olhos são a janela da alma, a lâmpada do corpo, e a lanterna do coração. A experiência de vida espiritual a partir dos olhos parece ser, mais ou menos, a seguinte: vamos olhando a vida e fazendo algumas observações sobre o que é, o que não é, e o que deveria ser. E assim definimos algo acerca da vida como ela é; e pronto - já temos nova certeza existencial pra orientar nossas caminhadas do dia a dia. Se conseguirmos transformar isso em uma frase, então, beleza; pois nada melhor pra definir rapidamente a vida do que um bom provérbio. E todos temos os nossos, alguns bem antigos: pau que nasce torto morre torto; água mole em pedra dura...; e não deixe pra amanhã o que você pode fazer hoje. Certo? Agora, pense um pouco. Imagine você olhando a vida o tempo inteiro, todo o tempo, e sempre guardando no "coração" algumas dessas certezas? Nada contra pensar a vida, pois, graças a Deus, assim somos nós. Mas, e quando suas observações ou aquelas que você "engoliu" a seco, quase sem pensar, são exatamente uma luz "ruim" pra sua alma? Ou uma "má" lâmpada para seu corpo? Isso é grave, acredite. Depois de alimentar o coração pelos olhos, e definir pra si mesmo outra verdade existencial; quem ou que vai impedir você de viver só desse jeito, da mesma maneira pra sempre? Você pretende morrer torto? Bem, vamos pensar algo por aqui. Olhe pra cima! Isso mesmo... lá para os céus. O que você vê? O que enxerga? Que ideias e pensamentos vêm direto ao seu coração, agora mesmo? Sabe, os céus anunciam muitas coisas: o perto e o distante; o hoje e o amanhã; a ordem e a plenitude; o cinza e o azul; o silêncio e a esperança; ilusões e sonhos também... Enfim, olhe (e leia) com atenção! Pois só assim irá peneirar de seu coração um pouco de tudo que um dia já se alimentou. Vá por mim, e viaje (bem) na espiritualidade.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

a ESPIRITUALIDADE dos 10 Mandamentos é COMUNITÁRIA

Os 10 Mandamentos chegaram pra humanidade através do Profeta Moisés que liderou Israel por décadas ao redor do ano 1000 antes de Cristo. Eis a razão porque são princípios de vida que se comunicam espiritualmente conosco tanto pelo corpo quanto pela alma, embora não pelo espírito. É uma importante diferença que você vai compreender melhor lendo neste blog o texto: a Espiritualidade do corpo, alma e espírito. Por ora... já sabemos que a Espiritualidade dos 10 Mandamentos é social! Bem comunitária e fraternal a fim de aproximar pessoas que vivem juntas. Ou muito mais do que isso, são princípios em mandamentos exatamente pra que as pessoas consigam viver em grupo. E bem! Eis um dos maiores valores que os seculares Mandamentos carregam junto de seu conhecimento. Pois NÃO matar e Não desejar o que é do próximo, como também não roubar e NÃO dar falso testemunho são princípios, todos eles, voltados aos vizinhos e parentela de todo mundo. Um respeito básico que semeia grupos e colhe comunidades. E foi assim que os 10 Mandamentos surgiram tanto pra regrar o povo escravo em desgraça que fugiu do Egito, quanto para recuperar à humanidade uma de suas características fundamentais: sua familiaridade de raça, a humana. E se Amar o próximo é um dos grandes princípios espirituais da história, então os 10 Mandamentos ajudam bastante sua vivência comunitária e social, pois, só pra começar, dizem Não a todo mal que estamos acostumados a praticar ao outro. Além de observarem o momento em que vivia o povo de Israel pra melhor cuidar deles naqueles dias, os 10 Mandamentos também tem um pé no passado, e outro lá pra frente, no futuro. O passado da humanidade fala de gente criada igual e pra viverem juntos em uma sociedade fraternal original, lá do início da nossa existência, direto da história primeva de todos nós. E os mandamentos desejam recuperar essa essência de raça social que nossos instintos desprezam, conquanto nossa alma sofra em solidão sem às vezes saber que por isso mesmo padece. Já o olhar dos 10 mandamentos ao futuro respinga utopia e até ideais sobrenaturais sobre nossas almas cansadas da comum correria do comércio. Pois como são palavras do Profeta de Israel ouvidas do Deus que veio salvar o povo do inferno na Terra que era o Egito, tornam-se também princípios que apontam para um encontro relacional final entre gente espiritual e Deus. Uma comunidade e tanto. Eis a mensagem apocalíptica dos mosaicos 10 Mandamentos que nossa alma precisa ouvir nestes demorados dias de opressão, nos quais vivemos sim, muitas vezes. Sós e desesperançados. Mas, vai por mim, e viaje na espiritualidade.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

a ESPIRITUALIDADE e o DINHEIRO

Ao mesmo tempo que o "amor ao dinheiro é a raiz de todos os males", também se sabe que todo "ouro e la plata pertencem a Deus", certo? Por isso busco apoio em confuso sentimento humanoide pra melhor pensar as influências do dinheiro na espiritualidade nossa de cada dia. Paixão ou Amor? Qual você escolhe? Não que seja simples assim, mas já é um bom começo. Já pensamos por aqui que as paixões orientam nossos sentimentos a dominar alguém, ao mesmo tempo que nos deixam a mercê e sob o domínio das coisas. Pois nas paixoes o que conta é o aqui e agora, situação que nos mantém superficiais e egoístas quando só apaixonados vivemos a vida. E a paixão pode ser por um carro ou um gole, ou até pelo breve pedaço de alguém, o que pode ser muito pior, acredite. Alguns pensamentos deste blog onde investigo a espiritualidade do corpo, alma e espírito irão lhe ajudar a resolver algumas dessas confusões sentimentais, já que explicam o fato de sermos "três em um" ao mesmo tempo. Uma complexidade numérica da personalidade humana que as paixões aproveitam pra confundir nossos interesses amorosos e assim quase ferrar tudo e todos. Pois o nosso corpo se move mais pelo instinto, já que vive muito pelo olhar e o querer, pra logo também, pegar! E basta. A alma às vezes luta por algo mais, mas parece que tudo que gira ao redor dos instintos engana fácil nosso ser interior, e logo nos vemos controlados só pelo que vêm do mundo exterior. Por isso que semear algo (bom) no espírito será uma ajuda valiosa contra esse estilo de vida que só recebe estímulos imediatos, e apaixonados. Mas, e o dinheiro? Pensando rápido, dá pra perceber que a questão não é tão simples quanto só definir que ao invés de me apaixonar, eu devo conseguir amar o dinheiro. De forma que aí não serei controlado, mas sim, irei determinar a relação. Isso porque - e aqui temos um bom princípio espiritual, é impossível amar as coisas. Não somos feitos pra isso. Ou amamos as pessoas e utilizamos as coisas, ou será o contrário; e como a vida são as pessoas, eis a grave questão... do dinheiro. Uma delas, ao menos. Pois o dinheiro não é o problema, mas a solução, como dizem os razoáveis filósofos do século. Uma solução enfim, poderá surgir da palavra mágica dos quase sábios - equilíbrio, essa boa medida de quase todas as coisas. Pois o dinheiro é bom e pode gerar muitos frutos, como os negócios e projetos diversos do povo, ajudando a vida de muita gente. Poupanças e juros, empréstimos e sociedades, é tudo de bom, acredite. E o dinheiro vai movendo a sociedade pra lá e pra cá e fazendo acontecer muito do necessário. Equilíbrio e moderação, eis a boa solução. Mas sei que só uma real e eficaz espiritualidade conseguirá nos tornar capazes de manter saudável a principal relação, da primordial equação: amar as pessoas e bem utilizar as coisas.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

a ESPIRITUALIDADE de Gente como a GENTE

Nenhum homem é uma ilha, e nem jamais pode ser. Só se for pra ver os outros dele se afastando e logo chegando, como as marés que retornam à praia em um convívio constante com a terra. Eis a realidade existencial que é essencial pra uma boa Espiritualidade. Pois não há espiritualidade saudável sem o outro. Sem gente como a gente, e que seja por perto. Não que seja fácil. Mas é necessário. Assim como sair da atividade para o descanso, e igual ao escapar do sofá até a natureza, também a decisão de afastar a solidão pra encontrar o próximo é princípio espiritual dos bons. Não há ânimo e satisfação – a tal realização que nos faz continuar, se não for possível manter as (boas) relações com outros humanos como nós. É simples: nossa humana espiritualidade não pode sobreviver sem... a humanidade. Pois não há vida na constante ausência, mas só na perseverança da aproximação. E não apenas para se esquentar ou amar, mas acima de tudo, pra conviver; nosso real existir. Existir com a família e parentes, com os colegas trabalhistas e até os vizinhos – e importante também, os desconhecidos sociais das ruas da cidade. Não há ninguém que não nos interesse – espiritualmente falando. Difícil, mas fundamental, ao nosso aprendizado espiritual. O esforço para não ver o outro e o desinteresse pra dele se aproximar são graves enganos espirituais de nossa vivência atual, pois semeiam o vazio relacional e definem pra nós uma caminhada existencial sempre superficial. O cuidado exagerado com nós mesmos irá se revelar fatal escolha egoísta que é sempre o exato contrário das boas perspectivas do espírito. Por isso, lembre-se: a Espiritualidade da gente só amadurece junto de gente, como a gente.

a Espiritualidade no CINEMA, o EXORCISTA, de W Friedken

Pra não dizer que não falei das flores, lá vai: a Espiritualidade no cinema; O Exorcista, de William Friedken, 1973. O filme é verdadeiro, todo ele. E pra bem perceber sua realista espiritualidade podemos utilizar outro clássico do suspense espiritual - o Bebê de Rosemary, de Roman Polanski, 1968. Pois o "Bebê" é irreal na abordagem básica espiritual já que sua conjunção carnal mística com propósitos malignos não têm base e fundamentos. Ao contrário, as razoáveis experiências místicas do filme O Exorcista serão possíveis, sim, em boa parte das vezes, se observarmos a experiência social espiritual desenvolvida na trama do filme O Bebê de Rosemary. Isso porque é a comunhão espiritual desregrada e libertária que dá oportunidade a espíritos perdidos de nos visitarem localmente e até dentro de nós. E aí, o resultado será, e pode ser mesmo, experimentar as vivências extraordinárias da possessão de O Exorcista. Pois, ainda que o filme clássico de W Friedken aglutine em apenas duas horas de filme gravíssimas experiências místicas de possessão, unindo em uma só pessoa as dores de diversos endemoninhados, o que importa aos espirituais é perceber a narrativa de construção da experiência mística. E as experiências espirituais que se tornam desgraças físicas no "Exorcista" se constroem a partir das práticas relacionais sociais do "Bebê de Rosemary". Foi Paulo, um dos maiores místicos do primeiro século, quem apontou esta possibilidade quando afirmou que reuniões comunitárias idólatras facilmente se realizam como relações místicas espirituais junto de demônios. Sendo que o resultado só irá aparecer mais tarde, já na possessão, às vezes continuada e quase silenciosa, ou exponencial e gritante como a que domina a pobre garota personagem de "O Exorcista". É por aí...

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

a ESPIRITUALIDADE do Pai Nosso é LOUCURA aos homens

Quem mais ou menos disse isso foi um dos maiores místicos do primeiro século, Paulo de Tarso. Lembrando que um humano místico é alguém que se relaciona com espíritos, só isso. No caso em questão, Paulo visitou o terceiro céu e lá conheceu os 4 seres viventes e mais de uma dezena dos Anciãos; e como são todos eles, espíritos, então... Voltando ao nosso Pai Nosso, o que já se sabe da oração é que se trata de uma conversa entre a pessoa humana por aqui que acredita e fala, e Deus por lá que ouve e atende. O que torna este momento místico uma vivência mui especial aos espirituais. Agora, o que Paulo percebeu acerca deste relacionamento entre homens errantes e o Deus santo é que se trata de um relacionamento baseado numa sabedoria... louca! Uma loucura para os padrões das conversas dos seres humanos e acerca do jeito como fazemos acontecer as coisas neste mundo. Mas é por aí mesmo, pois da conversa e contato inovadores do "Pai Nosso" surgirão graves movimentos de Deus junto à nossa pessoa e personalidade, e em direção ao nosso mundo, também. E movimentos que pode-se descrever como se fora uma grande cura divina existencial em nosso meio. Ora, todos já ouvimos falar sobre conversas terapêuticas, mas aqui, trata-se de uma bênção divina que se desenvolve exatamente através da conversa, e não apesar dela, ou somente a partir da troca de sentimentos que ela oferece. Assim, é a própria conversação da oração do Pai Nosso "o que" realiza e mantém as visitações orientadas do Espírito de Deus no falante piedoso - aquele que crê e se dispõe a conversar com o Ser divino. Cada palavra dita irá se tornar um remédio recebido em meio à prática da comunhão falada. Pois os pedidos de oração deixados pra Deus através da divina experiência mística é que irão mover o tratamento dos sentimentos do nosso coração. Eis o modo como esta terapia se prolonga em nossa pessoa, já que se aprofunda no espírito até alcançar com cura boa parte da nossa personalidade. Que santo remédio! De tal forma que as orações do Pai Nosso são encontros místicos que irão se revelar profundamente restauradores da alma, e do espírito e corpo também. Daí o tema e título do pensamento de hoje: a Espiritualidade do Pai Nosso é uma loucura, gente; mas só para os não espirituais.

a ESPIRITUALIDADE da Oração do PAI NOSSO

A oração do PAI NOSSO é uma das poucas (e boas) oportunidades que eu e você temos pra desenvolver a espiritualidade humana a partir de uma experiência que se inicia em nosso espírito, sim. Pois o espírito humano é a pessoa não física dentro de nós que torna eu e você capazes de experimentar um relacionamento místico nesta vida. A outra forma de desenvolver nossa espiritualidade é através do corpo, assim que olhamos, ouvimos e sentimos a vida e tudo que nela existe. Pois já que somos seres espirituais vivendo dentro de um corpo físico, toda a nossa vida também é (sempre) uma experiência espiritual. Embora, às vezes, não saibamos dessa realidade, ou, pior, dela nos esquecemos. De qualquer forma, todo aquele que deseja mover sua espiritualidade diretamente através do espírito descobre na oração do Pai Nosso uma interessante experiência pra viver! Isso porque a oração do Pai Nosso é a conversa mística ensinada por Jesus que oferece aos seres humanos um encontro com a própria pessoa de Deus - que é um ser (somente) espiritual. E quando você se encontra com a pessoa de Deus Pai - em um contato que inicia diretamente no seu espírito interior, bem, então esta conversa de oração se torna um relacionamento místico entre você e o próprio Deus. Pois uma situação "mística" é simplesmente um contato ou encontro que acontece diretamente entre espíritos. Eis a razão que faz esse contato ser diferente de outros encontros e experiências também "espirituais" da vida humana. Pois como Deus vai "responder" esta oração a partir do nosso espírito; é de lá mesmo, a partir deste nosso interior mais íntimo que todas as sensações e consequências desse encontro irão chegar no nosso corpo, mente e emoções - até que alcancem toda a nossa vida, individual e social. Pois nós, os seres humanos, somos uma pessoa integral, com corpo, alma e espírito. Mas na Oração do Pai Nosso, a essência do momento de vida que iremos desenvolver junto com a Pessoa de Deus - inicia direto no nosso espírito. Não inicia nos olhos ou em um contato físico, como em outras situações da vida de todos nós. Outra característica interessante desse encontro místico entre você e Deus que vai iniciar no seu espírito pela oração do Pai Nosso é que Jesus será o conselheiro deste relacionamento; ou seja, trata-se de uma pessoa bastante confiável pra mover algo tão íntimo, e forte na sua vida. Isto significa que os pedidos que você vai fazer pra Deus através desta experiência espiritual vão ser mais seguros, pra você - pois irão depender mais da Pessoa de Deus, mesmo, do que necessariamente de você, ou qualquer outra coisa envolvida na situação. Algo que vai ajudar muito, acredite, pois às vezes não sabemos o que pedir, seja por dúvida ou confusão, ou até por estarmos vivenciando uma má situação na vida. Mas, na Oração do Pai Nosso, esse é um problema que logo se resolve. Pois nosso primeiro pedido pra Deus é para que "Venha o Reino (dEle)", então, tudo fica mais fácil. E como Deus tem poder e sabedoria para agir da melhor maneira em tudo que existe e acontece, eis que Ele não fica limitado ao nosso pouco conhecimento das coisas, ou ao nosso sentimento inconstante do dia a dia. Deus vai agir direto na veia! Daí a importância de você desenvolver sua espiritualidade através deste encontro místico entre a sua pessoa e a Pessoa de Deus, Pai, Todo Poderoso; que é algo que ocorre assim que você pratica a Oração do Pai Nosso. Bem, e já terminando por hoje, lembre-se que o grande valor desse encontro espiritual seu com a Pessoa de Deus através do "Pai Nosso", é que todos os pedidos e conversas serão bons, pois tanto serão orientados por Jesus, como também, pelos princípios do Reino de Deus. Ou seja, trata-se de uma experiência espiritual que vai trazer bênçãos pra você e para outros, sempre. Vai por mim, e viaje na (boa) espiritualidade, do Pai Nosso!

domingo, 18 de setembro de 2016

a ESPIRITUALIDADE essencial, VENCER o mal com o bem

Nada como um belo dia de sol debaixo do céu azul e junto das árvores ou até, maravilha! do mar, pra bem renovar a alma da gente. São lugares que nos alimentam com um bom astral só por estarmos ali - o que se costuma reconhecer com expressões como: "olha a energia do lugar, cara". Enfim, o sol já se foi de Curitiba hoje mesmo e a chuva chegou de novo trazendo frio. Não há alma que resista, mas, existe uma saída. Sempre há. E uma proposta revolucionária da Espiritualidade de quase todo mundo é... vencer o mal com o bem. Sim, somos idealistas, afinal. Profundamente. Mas a primeira verdade da realidade é que as dificuldades e angústias, as ansiedades e desgraças que hoje vivemos não irão embora, não mesmo. Estão conosco, certo? O que não significa que precisam ser as únicas experiências de vida das próximas horas. De tal forma que se assumirmos só atitudes ruins e olhares desprezíveis não iremos, certamente, livrar-nos da dor e irritação que as broncas atuais tem nos trazido. E aí, por que não viver algo bom, já que isso também é possível? Bom, a ideia é pensar que ao invés de sermos ruins porque estamos mal, ou sermos só neutros diante do próximo - esse mesmo, bem aí do seu lado, agora; então, por que não fazer (e viver) algo bom, ser diferente? Pois, e isso eu lhe garanto, um princípio essencial da espiritualidade que faz seres humanos em desgraça viverem bem os seus dias ruins é... vencer o mal com o bem. Pois, se melhor é dar que receber, mui bom também é ser bom. De verdade. Escolha que significa não tornar-se junto aos espinhos da sua vida um com eles, mas sim; supera-los, fazendo florescer em si mesmo uma boa ação, por que não? O mandamento de "vencer o mal com o bem" orienta exatamente a prática de uma ação bendita despreocupada e sem ganho, para trazer à vida (sua, também) o bem; mesmo em tempos cinzentos e horas cruentas. O mundo pode ser feito disso igualmente, e não apenas do que ora vivemos, ou do que há pouco (ou muito) nos tornamos. Pois somos humanos, seres conscientes, físico e espirituais - e é preciso superar o ambiente e o corpo, as ideias e até as sensações, pra não sermos apenas robôs da naturalidade, ruim. Precisamos então, de Espiritualidade! Eis o desafio. E como "vencer o mal com o bem" exige um confronto com a maldade ou neutralidade que vivenciamos porque hoje sofremos, possivelmente não iremos conseguir nada se contarmos apenas com a espiritualidade do "corpo", ou até com a espiritualidade da "alma". Pois o nosso corpo e a nossa alma estão por demais envoltos no ambiente e sentimentos que, no momento, sugam de nós qualquer esperança - quem dirá, então, as boas ações. Daí que somente uma espiritualidade desenvolvida no espírito irá mover reais novidades de vida sobre nós, e para nós. (leia mais no texto do blog: a Espiritualidade do corpo, e da alma, e do espírito). Gente amiga, é possível sim, e faz muito bem, vencer o mal com o bem.

a ESPIRITUALIDADE no Cinema, "El Diablo", com Scott EASTWOOD

O filme "Diablo", chamado El Diablo aqui no Brasil, foi lançado nos EUA em janeiro de 2016 e está em exibição pela NET TV. Escrito e dirigido por Lawrence Roeck, aproveita o nome e rosto de Scott EASTWOOD para desenvolver um "western spaghetti" do século 21. E dá certo. Isso porque o clima e o mistério, os tiros e a ação às vezes melancólica dos western spaghetti originais bem aparece no filme. Pra quem não sabe, um dos maiores diretores do cinema americano atual, Clint Eastwood, alcançou boa fama internacional a partir da década de 1960 ao estrelar alguns dos westerns do italiano Sergio LEONE. Filmes como Por um Punhado de Dólares e Três Homens em Conflito, sendo que o melhor foi realizado sem Clint, o belíssimo Era Uma vez no Oeste. Enfim, o bom filho ao oeste volta. Não tanto quanto o pai, mas... Mas esse não é o nosso tema por aqui. Pois outra verdade do filme EL DIABLO é sua espiritualidade, que de maneira surpreendente traz ao filme um pouco do mistério dos werstens spaghetti. Algo que, com Eastwood pai e o grande Sergio Leone, surgia mais da persona e estilo do que do misticismo do personagem da história. Surpresa instigante essa, que observamos Scott Eastwood vivenciar quando assume ser um jovem bandoleiro que, mesmo anos após o fim da guerra civil, ainda carrega consigo graves dramas decorrentes das batalhas. É assim que ele surge em luta consigo mesmo, e com a selvageria que a guerra trouxe pra sua personalidade - pois aparenta ser um bom rapaz, afinal. Mas, o "espírito" da guerra ainda está lá. Firme e forte, e cruelmente violento. E assim caminha o filme, só que não. O fato é que, de verdade, amigos, o filme "Diablo" apresenta aspectos místicos muito mais graves e, porque não, realistas acerca da existência humana do que comumente notamos. Dá até pra dizer que "Diablo" leva ao cinema algo que a boa série Twin Peaks (anos 90) trouxe à TV. (Twin Peaks, seriado de David Lynch, diretor de O Homem Elefante e Veludo Azul.) Ou seja, apresenta a experiência humana de iras e confrontos como resultado de influências espirituais conscientes sobre todos nós, seres físico humanos espirituais que somos. O interessante é que essa perspectiva molda e move a trama, até seu incrível desfecho, em uma drama que vai se revelando místico de forma surpreendente, e mui inteligente. E faz isso com bom talento tanto ao descrever a personalidade humana quanto pra escrever um enredo cinematográfico. Fica até a vontade de termos (vermos) um algo mais acerca da complexa existência humana, tão instigante é a proposta e também os resultados do filme enquanto desenvolve a mística figura do personagem principal, com seus demônios interiores, e os exteriores também. Interessante...

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

a Espiritualidade dos 10 MANDAMENTOS também é AMOR!

Amar é uma paixão que vêm lá dos instintos do corpo ou é uma atitude que vêm lá dos interesses da alma? Penso que uma verdade nega exatamente a outra. Pois vejo que o Amor é uma atitude, sim. Cheia de sentimentos, claro. Mas que não deve ser só uma paixão dos sentidos, e sempre atrás de conseguir tudo que o corpo deseja. É por isso que quando os 10 Mandamentos desejam frear e acalmar alguns instintos rápidos da gente, eles se transformam em uma Espiritualidade que também é Amor. Pois aquele que deixa de dizer calúnias do próximo começa a cumprir a lei... do amor. E o que não deseja coisas de alguém ou mesmo deseja "esse" próprio alguém de modo egoísta e superficial, também cumpre tal lei, a do amor. E nosso corpo e rápidos instintos é exatamente a área que os 10 Mandamentos estão tentando regular, com princípios gerais e também específicos. A importância destes princípios de Espiritualidade que buscam trazer vida ao nosso interior e personalidade, através da regulação de nosso exterior e instintos, apresentam claramente o valor que desejam resguardar: as outras pessoas da nossa vida. Elas são tão fundamentais que nossa particular alma somente será feliz se leva-las em conta no dia a dia. Neste sentido, os 10 Mandamentos começam a prescrever didaticamente o que a Espiritualidade Ocidental carrega como seus maiores valores: Amar a Deus e Amar o próximo, que são o sentido e cumprimento da lei, desde sempre. Parece enfim, que os 10 Mandamentos estão iniciando uma caminhada em que - antes de irmos logo fazer o bem, faz-se necessário pararmos de fazer o mal. Pois frear e impedir o erro nosso de cada dia se torna o primeiro passo de uma espiritualidade que reconhece os seres humanos como aprendizes complexos e até frágeis de seus males, mas também, capazes de uma transformação existencial a partir de si mesmos. Sim! Os seres humanos podem iniciar um controle ambiental e temático dos sentidos do corpo de cada um de nós, exatamente para afastar de si todos os convites e ideias que só desejam desprezar ou sugar o próximo. A partir disso, os mandamentos que afirmam não cobiçarás, não mentirás, não caluniarás, não adulterarás e não matarás... se tornarão atos de amor, também. Exatamente porque irão respeitar e atuar sobre a frágil e perturbada natureza da raça humana que ora vagueia por todo esse lugar chamado mundo. É isso. A Espiritualidade dos 10 mandamentos... também é amor.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

a ESPIRITUALIDADE no Cinema, o LIVRO de ELI

"O Livro de Eli" é bom filme de ação com possíveis e interessantes reflexões. A perspectiva de pensar a Espiritualidade de todos nós surge tanto da época apocalíptica em que Denzel Washington vivencia suas aventuras, como da metáfora já (bem) utilizada pelo Apóstolo João e Jesus pra explicar como Deus ensina certas coisas, muitas vezes. No filme o Apocalipse já chegou, não tanto o bíblico, só o cultural. Isso porque o livro do "Apocalipse" na bíblia desenvolve mais o governo de Deus na história e o que anda acontecendo por aqui desde Jesus Cristo, aproveitando também pra revelar o fim da presente época. A ideia de fim do mundo e desgraças sem fim já é uma visão "apocalíptica" mais cultural, bastante desenvolvida quando o ano 2000 chegava e com ele as dúvidas e inquietações de um possível fim dos tempos. Enfim, é possível que após a Quarta Guerra mundial o mundo passe por uma experiência de calamidades naturais e horror sociais como a que observamos no filme, sim. Embora a Síria e região já vivenciem tal terror há algum tempo. Até quando a ONU e as potências mundiais irão respeitar ditadores sanguinários e vaidosos que posicionam mulheres e crianças à frente de suas bombas pra brincar de rei, isso eu não sei. Sem dúvida, trata-se de um engano e pobreza espirituais gravíssimos de nossos dias. Enquanto isso, todo mundo atrás do Eli... e seu livro. Que contém mensagens e princípios que podem tanto reiniciar as (boas) coisas por aqui, como também, servirão de apoio aos ditadores "profetas" e enganadores carismáticos que sempre teremos entre nós. Uma boa sacada, essa. Já a peculiaridade sensitiva de Eli, bem, essa Jesus e João já utilizaram pra explicar porque algumas pessoas são por Deus encontradas, ou mesmo jamais o encontrarão. Pois espiritualmente, aquele que pensa que têm, até o que tem se lhe será tirado. Mas o que não têm, esse irá receber mais. Pois o reino pertence aos pobres de espírito, que podem ser enriquecidos por ali; mas jamais será dos cheios de si, que já tem tudo de que precisam. Bom filme!

a ESPIRITUALIDADE e a natureza

Natureza. Sua maravilha inicia na simples visão do céu azul e dos mares verdes, ou cinzas. E no sentir o frescor das montanhas e o sol em calor sobre nós. Não há como negar o sopro de vida que recebemos quando vivemos perto ou, só notamos a natureza ao redor. Sentimo-nos em harmonia, equilibrados e renovados, interessados e animados. Pra viver. Este convívio e experiência desenvolve nossa espiritualidade, pois somos seres espirituais existindo fisicamente. Exatamente neste mundo e natureza. Todos os dias da vida. Existir espiritualmente num corpo e mundo físicos nos coloca de braços dados com a natureza. Eis um convívio do qual nossa razão pode algo aprender, pois a natureza revela certa ordem e progresso. A criação oferece certas dádivas e possibilidades. Reconhecer este relacionamento projetado entre a humanidade e a criação é feliz decisão dos que desejam alcançar uma espiritualidade saudável no cotidiano existencial. A primeira percepção é raciocinar que o descanso semanal dos humanos requer encontros com a criação e na natureza. E a estrutura e a ordem da criação revelam uma unidade de existência entre mares e terras, ventos e marés, tempestades e calor – e junto desta natureza diversa e una, se ajuntam ainda, os animais. Só faltamos eu e você, muitas vezes. Pois não somos superiores nem independentes do mundo natural. Somos apenas, pessoas. Seres espirituais que existem fisicamente ao redor e adentro da natureza – e isto, não se deve esquecer. Se deixarmos de lado a busca de um convívio prazeroso e contemplativo, respeitoso e interessado pela Natureza deste mundo em que vivemos, e somos. Então, já vivemos mal, espiritualmente mal! Pois desprezamos nossa casa. O mundo.

a ESPIRITUALIDADE do corpo, da alma, e do espírito

O corpo é o ser físico de todos nós e o lugar em que nossos sentidos aparecem pra vida. Pois com o corpo olhamos e sentimos, tocamos e aspiramos. Vale tudo, o corpo externo e o interno, com todos os seus orgãos e nervos, ossos e braços. A alma é nossa personalidade bem particular, a pessoa única que somos, pra valer. E o espírito é nosso pedaço não físico que se relaciona com os espíritos que não tem corpo. É isso, então, somos corpo, alma e espírito, os três juntos ao mesmo tempo. O que ocorre em um "pedaço", logo chega nos outros. Mas é sempre importante saber que tipo de experiência espiritual estamos movendo e onde ela ocorre. A Espiritualidade do corpo acontece quando cuidamos da vida olhando para nosso interior a partir de nosso ser físico. Pode ser algo simples e objetivo, como ficar em silêncio por alguns instantes. Ou uma prática mais elaborada, que inclui lugar e ambiente, sons e até palavras; em uma espécie de viagem pra dentro de nós mesmos. A definição de que se trata de uma espiritualidade do corpo vêm dá origem e lugar em que as coisas irão se desenvolver em nós. Pois quando vamos a um determinado local e lá ficamos em silêncio com nossas palavras e pensamentos ou utilizamos sons e sabores pra aquietar nosso interior, então, é uma espiritualidade que gira ao redor do corpo, pois o que praticamos é algo que atua diretamente sobre nosso físico. A Espiritualidade da alma também leva em conta o corpo, com a mente e os sentimentos, lugares e situações. Mas, as atividades espirituais que iremos praticar buscam agir direto na alma da gente, por exemplo, através de algumas palavras ou principios oriundos de espíritos - como seus textos doutrinários e etc. São textos que se movem por nossa alma, segundo a proposta de quem os disse, pois têm alguma origem espiritual - já que vêm de pessoas que falaram com Deus ou espíritos. Daí, a possibilidade de falarem direto pra alma; conquanto até chegar lá passem pelo nosso corpo. Pois os lemos com os olhos ou deles ouvimos falar pela audição. A Espiritualidade do espírito é a mais íntima, pois acontece no lugar criado especificamente pra entrar em contato com seres espirituais. O corpo, nossa mente e sentimentos, também participa, claro. Pois somos uma pessoa só. Mas, a ideia é que iremos semear palavras e atitudes direto lá no espírito. Pra começar. E também, um espírito irá depositar estas verdades em nós. Daí, a força de uma experiência espiritual desenvolvida no espírito. Pois ocorre no lugar devidamente reservado em nossa pessoa pra estas experiências, que é onde iremos receber não apenas palavras ou sensações espirituais, mas sim, o próprio ser vivo espiritual - um Espírito. Pensando: se alguém fizer a Oração do Pai Nosso!, lembrando quem a ensinou - Jesus; e com quem estamos falando - Deus; então irá desenvolver sua espiritualidade a partir do espírito. Pois trata-se de uma oração ensinada neste propósito e para que a humanidade obtenha esta peculiar experiência. Será um pedido e uma súplica em busca de algum entendimento ou sentimento, e faremos isso conforme os ensinos de um Profeta. Quê diz que iremos falar com Deus, e que Deus irá nos enviar seu Espírito pra nos transformar. Ou apenas para nos visitar, acolher, e consolar. Por isso esta oração é uma espiritualidade movida a partir do espírito, pois ali acontece em nós. Uma comunhão espiritual muito forte também porque o próprio Espírito de Deus irá visitar nossa pessoa com seus conhecimentos e sensações. Ou seja, possíveis e graves transformações de vida à vista... A Espiritualidade do corpo e da alma estão mais dentro das orientações do que conhecemos como "Filosofias Espirituais", seja a partir de textos de pensadores do espírito humano, ou textos doutrinários oriundos de alguma religião. Importa, pois, bem conhecer o Pensador e o Profeta delas, pois o corpo (nós) é de barro. Agora, quando você for invocar um espírito... Aí sim, todo temor é fundamental. Não acha?

terça-feira, 6 de setembro de 2016

A Espiritualidade dos 10 MANDAMENTOS diz Sim... ao ESPÍRITO

Certa vez perguntei a um grupo de amigos se achavam que 10 mandamentos já estavam de bom tamanho ou, se seria melhor termos uns 20 ou até 30 mandamentos pra orientar a vida do povo? A maioria respondeu de pronto: disse que preferiam só 10, ou até menos. Agora, mais do que 10 mandamentos, nem pensar! Eu respondi que isso poderia ser um grave engano, pois, se os mandamentos são verdades de vida pra nós, então, quanto mais, melhor. Não é? Pois se uma verdade já é bom, 10 ou até 20 são melhores ainda. De qualquer maneira, acredito mesmo que o medo dos 10 mandamentos é a quantidade de afirmações negativas que eles trazem consigo: é um "não" pra cá e outro "não" pra lá, e assim segue a vida. Ou, "não" segue. Mas, pense: o que realmente importa é a Espiritualidade dos mandamentos, isso sim. Pois se cada "não" dos mandamentos trouxerem um "sim" para o nosso espírito, sempre sairemos ganhando. Daí, eis a questão: já que nosso espírito é exatamente a nossa própria pessoa e personalidade; então por que um "não" que é dito pra nossa mente e corpo serão um "sim" para o nosso espírito? Afinal, não somos todos um ser único; corpo, alma e espírito, tudo junto? Bem, acontece que nosso corpo vive mais por instintos e nossa alma direciona nossas vontades por esses mesmos instintos, muitas vezes. É por aí que nossa personalidade acaba girando ao redor do que acontece perto de nós, e não necessariamente a partir do que "somos". Eis uma das razões da complexidade e confusão de nossa "pessoa" única e tripla - corpo, alma e espírito. Nessa perspectiva de buscar melhor cuidar da nossa vida a partir da espiritualidade, cada "não" que for dito para nossos instintos poderá se tornar um "sim" em nosso espírito - a pessoa interior e mais sensível de todos nós. Veja comigo: não matar ou não cometer homicídio deveria ser um mandamento definitivo para qualquer pessoa. Ninguém, sozinho ou em grupo deveria escolher a morte de outro ser humano como uma opção viável. Pois a vida humana é o maior valor desse mundo de todos nós. Penso que nossa atual cumplicidade com a morte e o sofrimento humano nos leva a viver mais por instinto, e necessidades; o que nos afasta de nós mesmos, em uma grave insatisfação que entristece a alma humana continuamente. Vejamos um outro "não": se a fofoca já nos inclui numa proposta relacional de sorrisos à custa de ironias ao próximo, bem pior é testemunhar falsamente sobre alguém. Não difamar o outro certamente irá produzir uma sociedade mais solidária e, aí, um espírito mais puro - e tranquilo, dentro de nós. E pureza tem a ver com satisfação, e caráter. O que enobrece qualquer um. E faz todo mundo se sentir melhor. Então, é isso: são os 10 Mandamentos! Eis uma boa quantidade de "nãos" que aquecem o espírito e nos afastam dos instintos. Isso se chama vida. Construída a partir da espiritualidade. Iniciando a partir de um "não!". A espiritualidade dos 10 mandamentos é negativa, sim, mas por isso mesmo, positiva ao espírito. Quê é onde nosso ser pessoal mais sensível se esconde, muitas vezes, oprimido que só, pela força dos instintos do corpo e da alma. Só que "não" mais, certo?

A Espiritualidade dos 10 MANDAMENTOS é uma disciplina existencial

Buscar princípios pra viver melhor pensando espiritualmente não é nenhuma novidade. Buda analisava a vida observando seu ser interior e até o matemático Pitágoras via seu entendimento ordenado da natureza sob uma perspectiva mística. Os 10 Mandamentos também são uma filosofia mística, pois respeitam o espírito das pessoas no momento de pensar princípios de vida para a humanidade. E quanto mais uma filosofia mística respeitar o nosso espírito, mais felizes seremos quando a seguirmos. A maneira como os 10 mandamentos buscam respeitar a natureza de nosso espírito e personalidade surge de um princípio ora desprezado; mas, que nem sempre foi assim. Disciplina! Uma palavra que tanto fala de compromisso e dedicação quanto descreve correção e orientação. De sua vivência irá surgir o famoso indivíduo... disciplinado. Pois há filosofias espirituais que abrem e ampliam as possibilidades de atitudes de vida pra nós, esperando que pela livre experiência e diversidade de experimentações a gente chegue lá. Os 10 Mandamentos são diferentes. Neles não é a prática da experimentação, mas sim, as experiências de obediência que irão trazer vida e satisfação. O respeito ao nosso espírito dentro dessa ideia aparece porque se compreende que o "espírito humano" não se criou por si mesmo, e nem existe sozinho, e só pra si próprio. Ao contrário. Somos pessoas dependentes umas das outras e também nascemos de forma consciente e proposital. Daí que nossa experiência de vida não será frutífera se vivermos só ao acaso, em constante experimentação. O valor e o ganho da palavra "disciplina" vêm dessa compreensão. Pois quando aceitamos ser parte de uma empresa ou projeto, e nos integramos ao pensamento que caracteriza seu objetivo; e assim nos juntamos às pessoas que dele participam - não é a experimentação organizacional que nos trará progresso. Ao contrário. O que precisamos é de uma disciplina de unidade, construída através de atitudes correspondentes. O talento e a individualidade de cada um de nós irá florescer na unidade de projeto e pela diversidade de funções aceitas por todos os que são parte do grupo. E a satisfação e as "novidades" de vida virão da experiência conjunta de realizar (viver) o projeto; não de jamais vivencia-lo, ou nunca conseguir desenvolve-lo. Quê é o que ocorre quando não há... disciplina. Bem, os 10 Mandamentos estão trazendo estes valores de sucesso corporativo para nossa existência, e isso fazem a partir de uma perspectiva espiritual. Pois a nossa personalidade - o espírito nosso de cada dia, é aqui percebido como um ser relacional e social, dependente do outro e da natureza, e que existe não por acaso. Mas a partir de uma origem consciente, determinada, sensível e com bom propósito - que tenhamos vida. Bastante. De tal forma que no momento presente da história da humanidade os 10 Mandamentos surgem como princípios de regulação e orientação, correção e desenvolvimento da alma de toda nossa gente - pra viver bem consigo, e principalmente, com os outros e a natureza toda. Essa perspectiva irá ensinar nosso espírito que cada vez que os Mandamentos dizem: "Não!"; trata-se de uma proteção a dores e perdas, para que na caminhada possamos perceber que qualquer privação desse tipo somente traz... satisfação. Pois as orientações são exatamente pra vivermos "quem" somos. E se a prática leva à perfeição, logo o dever e o prazer serão correspondentes, e coincidentes. Por isso, fica a dica: "Não matarás!" ninguém nestes dias. Nem com atos, e nem com palavras. Boa semana!

domingo, 4 de setembro de 2016

a Espiritualidade no CINEMA, A Bruxa, de Robert Eggers

Nada mais terrível do que perceber o normal "nosso" de cada dia como algo maligno, muitas vezes. E o filme "A Bruxa" é bastante eficaz em apresentar as razões de porque "o mundo jaz no maligno", em boa quantidade de situações. Tal possibilidade se revela passo a passo e em detalhes no meticuloso enredo de "A Bruxa", já que os demônios podem viver tão perto da gente e de tal forma integrados a nós, que praticamente sequer os percebemos. E esse é um olhar cinematográfico incomum. Na maioria das vezes em que se deseja apresentar algo acerca das ações espirituais malignas que acometem o planeta e nossos corações; elas sempre surgem como interferências razoáveis e razoavelmente percebíveis em nosso meio. Inclusive, no bom filme o "Advogado do Diabo", e outros de boa estirpe, como "O Exorcista" e "O Bebê de Rosemary". Mas esse é um padrão que não se repete no filme "A Bruxa". Daí sua força. Pois a tensão e os conflitos relacionais da família-personagem do filme vão se movendo aos nossos olhos e logo notamos a grave influência da cultura em tudo que lhes acomete. Seja a cultura familiar e social, cultura religiosa e espiritual. É assim que bem conseguimos explicar algumas escolhas que movem a família para um lado, e para o outro; e nos salta aos olhos como os encontros e confrontos entre pais e filhos, marido e mulher e de irmãos são recheados de influências e perspectivas culturais oriundos da vida humana de todos nós. Pois a família-personagem de "A Bruxa" é normal demais; são gente como a gente. Nessa perspectiva, o filme desenvolve a visão de que há ações malignas ocorrendo entre nós de modo normal, as quais são geradas em meio à nossa cultura, pois ocorrem em meio a situações muito próximas do que consideramos natural. De tal forma que nossos sentimentos e atitudes mais humanos surgem como bastante influenciados por tentações sobrenaturais. A ação demoníaca na premissa do filme implica que causar certa confusão emocional e mental, sentimental e relacional em todos nós é exatamente o seu objetivo. E os espíritos maus agem de tal forma que já consideramos certas experiências da vida que temos junto deles, como uma existência normal, só humana. Enfim, daí podem surgir importantes análises sobre a Espiritualidade de todos nós, pois a dissimulação maligna pretende travestir as ações de um ser mal e consciente, como se fossem apenas ideias e comportamentos humanos. Mas, não devemos assim nos iludir, pois o filme "A Bruxa" apresenta que o nosso comum natural carrega em si muito do sobrenatural. Em uma realidade que nem sempre se revela benéfica pra nós.

sábado, 3 de setembro de 2016

Pensamentos RACIONAIS, mudando de vida com AJUDA mística

Pratique uma ideia e colha uma atitude, repita habitualmente e consiga um caráter; bom, de preferência. Os humanos aprendem pelo aprendizado. Parece uma frase idiota pela repetição do básico. Mas, acredite em mim; não é! E quem considera-la assim vai alcançar poucas mudanças na vida. Seja vida profissional ou familiar, relacional e espiritual. A falta de interesse e o cansaço cotidiano que nos impedem de treinar o que ainda não sabemos fazer é a (in)decisão existencial mais grave dos últimos tempos. Especialmente aqui no Brasil. Somos um país preguiçoso pra aprender. O que não precisa ser algo definitivo. Pois há tempo de não aprender, mas também há tempo de aprender. Graças a Deus. Então, mãos à obra. Vamos lembrar um pouco como se aprende algo, um sentimento, que seja, até chegar numa atitude. E quem sabe um dia vire um hábito, novo e bom. Bem, tudo começa pelo ouvir ou ler algo, ou até pensar melhor no que já sabemos - e aí, dedicar um tempinho pra mover isso tudo. De repente, a gente decide ser mais compassivo com a humanidade. E logo nos programamos - como os norte-americanos bem fazem. Um dia é agendado, com horário e local devidos, e vamos nos encontrar com as pessoas que precisam de nossa compaixão. Pronto. Agora, é só entregar a doação ou dar a devida atenção e; já deu certo. Praticamos uma ideia e colhemos sua atitude. Se fizermos isso na semana que vêm, e na outra também; então já iniciamos o caminho do hábito que vai gerar algo novo em nosso caráter. Em pouco tempo já iremos incluir a "compaixão" como um valor da nossa personalidade. Muitos olharão pra nós, e dirão: que belo caráter, hein! Entendeu? Ora, a "mudança" de vida com ajuda "mística" não é muito diferente disso. Você vai saber algo sobre algum valor ou virtude, e aí, marcar a hora e o lugar; e, atitude. É isso: vai começar a se tornar alguém novo em qualquer área de sua personalidade. Mas, a essencial diferença desta mudança de vida com ajuda mística é... a ajuda! Ela é mística! Transcendente. Virá de outra dimensão. Esclarecendo: um espírito virá "falar" pra você acerca do novo valor ou virtude que, pela atitude, você pode transformar em um caráter; pra chamar de seu. Não será um espírito humano. Pois esses sempre vêm acompanhados de corpo e alma, tudo junto. Estamos falando de ajuda "mística", mesmo. Quê é um relacionamento entre a nossa pessoa humana e um ser somente espiritual. Quem se relaciona com Deus está vivenciando uma relação mística, por exemplo. Pois Deus é espírito e, também vêm de outra dimensão pra cá, e por aí vai. Algo muito bom. Enfim, a mudança de vida com ajuda mística significa que "quem" vai falar a você sobre uma virtude que deve gerar novas experiências em seu dia a dia é... um ser espiritual. E aí, ele vai falar direto no seu espírito - importante. Você logo vai entender com a sua mente e brevemente irá sentir no coração. E quando for praticar, vai fazer tudo isso com seu corpo. Mas, veja bem; a "ideia" de fazer isso ou aquilo será semeada no seu... espírito - e por um outro espírito. Assim que você pegar essa ideia e planejar uma boa atividade pra colocar ela em prática, bem; já terá uma nova atitude incorporada em si e, quiçá, um caráter a caminho. Pronto. Mudando de vida com ajuda mística. Fechou! Tá entendendo? Alguns cuidados básicos: "quem" é o espírito que vai "falar" com você, direto lá no seu espírito? Pois é uma área sensível e bastante íntima sua, certo? Depois, pense: esse espírito é garantidamente bom, e capaz? E ainda, será que ele pode lhe ajudar a praticar a virtude que está semeando no seu espírito; ou, você vai ganhar uma boa ideia que será acompanhada de outra insatisfação, já que jamais irá coloca-la em prática, pra valer? De qualquer maneira, saiba: é possível mudar de vida com uma ajuda mística. E isso é sensacional! Uma bênção espiritual. Continuamos...

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

a Espiritualidade no CINEMA, Game of Thrones e o Advogado do Diabo

A ressuscitação de Jon Snow em Game of Thrones bem desenvolve a fábula na trama da série, pois a mantém próxima da realidade da vida humana terráquea. Isso porque Jesus de Nazaré já incorporou a ressurreição como esperança possível à humanidade. Agora, nossa humana consciência espiritual já reconhece a possibilidade e a esperança de vencer a morte. É isso! Já o “Advogado do Diabo” é o melhor thriller dramático espiritual capitalista que já se viu desde a criação da sétima arte. Al Pacino encontrou seu segundo (primeiro?) melhor personagem e Keanu Reeves ultrapassou seu habitual (e só comum) carisma; pois os dois alcançam atuações valorosas em suas malignas sinceridades. O que perfaz aspecto poderoso do enredo do filme, já que a ação espiritual ruim desse nosso místico planeta ocorre dentro (ou bem perto) dos humanos, na maioria das vezes. E nossos Advogados vivem tal realidade em uma (in) feliz espiritualidade humanoide gravemente naturalista – que amedronta e assusta muito, como só a boa Hollywood sabe fazer. Embora “A Bruxa”, surpreenda e atemorize, demais. Isso porque a interação maligna que cresce gravemente na vida de nossos Advogados, e de seus colegas e familiares, não origina de cerimônias místicas nebulosas e nem ocorre em lugares obscuros e fétidos, mas sim, à luz do mais belo dia que temos visto - seja na mais bela sala de um apartamento na Quinta Avenida ou junto do melhor escritório corporativo de Manhatan. Ou então, em meio aos afetos entre padrasto e filha que tem lugar em uma... igreja. É isso. A realidade, e verdade, dos encontros espirituais malignos entre homens e demônios está (bem) posta. E assim, a verdade espiritual de que os humanos se aproximam dos ruins espíritos, que dos humanos também se aproximam - a partir das mais desgraçadas paixões e maldades destes, e daqueles; real e significativamente bem se descreve e desenvolve no filme “Advogado do Diabo". Como se fora um bom prato executivo, com tudo em seu devido lugar – humana, social e culturalmente falando. Não há exageros nem enganos na história maligna mística da vida dos personagens do filme. Exceto, sim, e claro; o romance bi-dimensional e seus apocalípticos propósitos. Mas o resto, entre 90 a 95% do filme, é conhecimento espiritual dos bons, conquanto muito ruim o seja. Mas daí vêm sua qualidade, a realidade. E a vaidade continua sendo nosso pecado predileto. Pois foi o primeiro...

Pensamentos RACIONAIS, a Espiritualidade descansa natural socialmente.

Só lembrando: pra desenvolver uma existência espiritual ou viver a vida em espiritualidade, é preciso raciocinar. Pois tratamos da espiritualidade dos humanos, que pensam; logo... O primeiro raciocínio é perceber que existimos num corpo físico. Então, nossa espiritualidade é profundamente física, também. Ou não é a nossa... E já não seremos mais nós mesmos. Mas, como ainda somos; então, só se vive bem esta vida espiritual se a experimentarmos no corpo humano de todos nós. Uma intensa vida física que procura um descanso pra este cansado corpo pessoal. E não apenas um descanso corporal, mas também da mente e dos sentimentos. Pois quem pensa por aqui é o espírito, o nosso. Então, só descansamos como gente que pensa e se emociona quando o espírito junto descansa. Daí a necessidade de pensar nosso descanso a partir da espiritualidade de quase todo mundo. Caso contrário, será um falso descanso, e falho pra nos recuperar. Mas, será que o descanso é apenas um sofá cheiroso ou bem passar o fim de semana na cama? Acho que não, pois não devemos esquecer quem somos. Lembra? O descanso da Espiritualidade é um ato que precisa envolver toda a natureza física que nos faz hoje viver – o que inclui o planeta; e depois, ou antes, as pessoas físico-sentimentais-pensantes que também vivem por aí, conosco. Dependemos de ambos, então - pra existir. E pra descansar, também. Pois um inclui o outro. É por isso que viver a vida a partir da Espiritualidade requer acrescer ao nosso cotidiano um descanso existencial que nos aproxime da natureza e das pessoas. Pois ficar perto do que nos é essencial irá promover bom renovo existencial pra nós – uma das benesses de um bom descanso. É isso. Chegar perto da natureza e do próximo - eis uma prática espiritual acessível e necessária pra todo mundo. Algo urgente. Pois um descanso semanal individualista e solitário, e grandemente tecnológico; só mais nos afasta da natureza e das pessoas. E o imperativo aqui é outro. Queremos extrair uma vida melhor respeitando nossa física espiritualidade pessoal. O que irá exigir a prática de um descanso que apenas existe pertinho do planeta terra e de outros terráqueos humanos de plantão. Percebeu? Somos pessoas essencialmente naturais e sociais. Estamos física e emocionalmente entrelaçados ao planeta e ao próximo. E como já se disse por aqui; ou descansamos cuidando da essência da pessoa que somos, ou não há Espiritualidade que aguente. Nem descanso algum que perdure. As pessoas e o mundo não servem apenas pra viver em sociedade. E pra bem ganhar a vida. Ou pra sermos bons uns com os outros. Tem mais! É preciso estar no mundo e junto ao próximo – até pra descansar. Pois o Descanso é mais que dormir, e babar... É também, viver! Nossa espiritualidade descansa, sim; mas só se for natural socialmente.